Oliveira do Hospital: Há cicatrizes que o tempo não cura
DB/Foto de Pedro Filipe Ramos
Na tarde de 15 de outubro de 2017, Oliveira do Hospital viveu um dos dias mais trágicos da sua história. O vento forte e o calor extremo alimentaram chamas que chegaram de todos os lados, consumindo terrenos florestais, agrícolas e, acima de tudo, habitações. Em poucas horas, a floresta, fustigada por meses de seca severa, ardeu quase por completo, tendo devastado cerca de 97% da mancha florestal do concelho.
Casas, empresas e explorações agrícolas desapareceram sob um céu negro e sufocante. Se o cenário por si só já era desolador, “as gentes” daquele concelho tiveram ainda que chorar a perda de 13 “dos deles”.
O silêncio que se seguiu foi de desolação e luto de um concelho que se tentou lentamente reconstruir depois do fogo quase tudo ter levado. Um ano depois, apenas 51 das 126 habitações permanentes que tinham sido consumidas pelas chamas estavam reconstruídas.
Atualmente já todas as casas foram reconstruídas e foram quase 80 os projetos para relançar empresas destruídas total ou parcialmente, envolvendo quase nove milhões de euros de apoio público.
Pode ler mais informação na edição impressa e digital de hoje (16/10/2025) do DIÁRIO AS BEIRAS
