Bombeiros e fuzileiros avaliaram zona de Montemor-o-Velho antes de margem do rio colapsar
DB/Pedro Filipe Ramos
Bombeiros e fuzileiros da Marinha, fizeram, na quarta-feira, uma avaliação aos leitos abandonado e periférico direito do rio Mondego, junto à povoação de Casal Novo do Rio, perto de Montemor-o-Velho, uma hora antes da margem direita colapsar.
A ação de monitorização, constatada pela agência Lusa, foi realizada por três fuzileiros da Marinha, que acompanharam dois bombeiros voluntários de Montemor-o-Velho (BVMMV), um dos quais o comandante da corporação, à zona onde, em 2019, a margem esquerda do leito periférico direito do Mondego colapsou, depois de o mesmo ter sucedido, horas antes, à margem direita do canal principal, a montante da povoação de Formoselha.
Junto à povoação do Casal Novo do Rio – umas das localidades que poderá ser afetada pelo colapso da margem direita do canal principal do Mondego, ocorrida ao final da tarde de quarta-feira – os operacionais verificaram os caudais no local, começando pelo sifão que faz passar a água do leito abandonado por debaixo do leito periférico (na zona popularmente conhecida como ‘embrulhada’ de Montemor), constatando que a água estava revolta e com um débito eventualmente muito superior ao máximo de 9 metros cúbicos por segundo (m3/s).
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