ADACO fala em prejuízos de “milhares de euros”
João Capinha
“Os prejuízos causados na agricultura e floresta no distrito foram avultados, sendo que, na horticultura, ultrapassam o meio milhão de euros, para além de destruição de telhados de armazéns agrícolas, de dezenas de estufas, assim como milhares de árvores e oliveiras arrancadas”.
Ainda a contabilizar prejuízos, a ADACO-Associação dos Agricultores de Coimbra emitiu um comunicado com o primeiro balanço do impacto das intempéries para os produtores do distrito. A comunicação, que começa por deixar uma manifestação de solidariedade às “populações e, principalmente, aos agricultores afetados pelas últimas tempestades no distrito”, lamenta o facto de, “mais uma vez”, não ter sido feita a “monitorização devida do canal de rega, do leito periférico, das Estações de Bombagem (das seis que o projeto hidráulico previa só funciona uma), dos sifões e “fusíveis” instalados, de forma a divergir caudais e descargas ao longo do percurso das águas do Mondego e afluentes”.
Situação das cheias
Na visão da ADACO, a “situação das cheias só será resolvida quando se fizer a regularização do Rio Ceira, se construir a barragem de Girabolhos e se terminar o emparcelamento agrícola no Baixo Mondego”.
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