Opinião: “Nós e os outros”
Opinião de Manuel Castelo Branco. “Judeus, arménios, leprosos, ciganos, homossexuais, deficientes, sem abrigo, ilegais e demais agentes patológicos das ordens instaladas dão, ao longo das épocas, suficiente testemunho das purificadoras limpezas étnicas das comunidades fechadas, ou que se querem fechar”
Opinião: A Paz (im)possível
No início do fim do primeiro quartel do século XXI encontramo-nos muito longe da paz perpetua de Kant, da Jerusalém terrena cristã e do futuro radioso de Marx. Uma centúria após as duas guerras tecnocientíficas do século passado, as duas instituições ordenadas à concórdia universal – a ONU e o direito internacional – entraram no […]
Decisão da A3ES de não acreditar o Instituto Superior Miguel Torga “é aberrante”
Quando assumiu a presidência do Instituto Superior Miguel Torga (ISMT), Manuel Castelo Branco já conhecia a decisão da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES). Ainda assim, aceitou o cargo, considerando que houve intencionalidade na decisão de não acreditar a escola. Depois de ter interposto uma providência cautelar, o ISMT avança com um processo criminal e um processo de indemnização cível por danos contra todo o conselho de administração da A3ES
Coimbra: Manuel Castelo Branco escolhido para dirigir Instituto Miguel Torga
Manuel Castelo Branco, advogado, professor e antigo presidente da Coimbra Business School – ISCAC, é o novo presidente do conselho de direção do Instituto Superior Miguel Torga (ISMT), em Coimbra. O docente assumirá funções já durante este ano letivo, substituindo Luís Marinho, professor daquele instituto desde 1974.
Opinião: “Os sem nada”
Opinião do docente do ISCAC, Manuel Castelo Branco. “As reflexões de Arendt, nos anos 50 do século XX, são mais atuais que nunca, para quem o refugiado tem, quando muito, um único direito: o de entrar num fortificado campo de refugiados. Mas não o de sair”
Opinião: Razão e destino
Opinião do docente do ISCAC, Manuel Castelo Branco. “Leis que conduzem, inexplicavelmente, a diferentes Jerusaléms – ainda que o idílico paraíso sem classes do comunismo final seja singularmente afim ao anunciado éden de bem-estar dos mercados sem peias nem freios”



