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Equipa de segurança foi reforçada em 15 operacionais | Fotografia: Pedro Filipe Ramos
As recentes notícias das alegadas violações que podem ter ocorrido no recinto da Queima das Fitas de Coimbra fizeram “soar os alarmes” das entidades responsáveis pela organização da festa, mas também das forças de segurança públicas e privadas.
Tanto a organização da festa académica como a direção-geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) não quiseram prestar declarações sobre as ocorrências, mas quem andou pelo Parque da Canção pôde comprovar um reforço da segurança. Mais seguranças visíveis, a Polícia de Segurança Publica em forte presença na entrada e patrulhas da Polícia Municipal a circular pelo recinto.
Com mais meios, novas formas de trabalhar e a presença redobrada, o grande objetivo passa por afastar a sombra de insegurança que pode pairar neste momento no recinto da festa académica.
A DG/AAC e a organização da Queima das Fitas, através do comunicado colocado nas redes sociais na noite de terça-feira, informaram que iriam “reforçar a segurança”.
A informação foi corroborada e detalhada ao DIÁRIO AS BEIRAS pelo supervisor da empresa privada presente no recinto, Nuno Cordeiro. Apesar de salientar que, “nos últimos 17 anos não há registo de algum episódio importante de insegurança”, face às notícias que saíram, a empresa alterou procedimentos e aumentou o número de operacionais.
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