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Festival “Rock dos Romanos” regressa a Condeixa-a-Nova com 14 concertos

11 de maio de 2026 às 11 h18
Evento decorre no Largo da Igreja de Condeixa-a-Nova nos dias 29 e 30 de maio | Fotografia:: Rock dos Romanos

O festival “Rock dos Romanos”, organizado pela Associação Rock dos Romanos Cultural (ARDROC), regressa ao Largo da Igreja de Condeixa-a-Velha, em Condeixa-a-Nova, no distrito de Coimbra, nos dias 29 e 30.

A sétima edição do evento junta 14 bandas nacionais e internacionais de rock e heavy metal para celebrar a música, num ambiente familiar que engloba uma área de merchandising e uma zona dedicada à gastronomia e lazer.

“O objetivo é dar oportunidade às pessoas de partilharem e experienciarem música em Condeixa, o que é uma coisa rara e, fora da região, a maior parte dos eventos que há não são direcionados para este tipo de área. Achámos que havia uma grande falha na zona Centro, em especial no concelho de Condeixa e no distrito de Coimbra, de música”, disse à agência Lusa André Costa, da organização da iniciativa que começou em 2018.

 

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O programa do primeiro dia do festival, dedicado ao rock, inclui apenas bandas nacionais e tem como cabeça de cartaz os Travo, subindo ainda ao palco as bandas Orangotango, Jepards e Zurrapa, além das bandas El Saguaro e os Traz os Monstros!.

No segundo dia, dedicado ao heavy metal, sobem ao palco os italianos ADE, que abordam a temática da Roma Antiga e atuam vestidos à legionários romanos, a banda espanhola Jade e os suíços Henriette B, assim como as bandas nacionais Fjords, Flood in Belief, Hazing Lungs, Alpha Warhead e Terramorta.

“É um cartaz eclético e dentro das possibilidades que a nossa associação tem de contratar bandas com os valores envolvidos”, afirmou André Costa, apontando que o orçamento do festival fica entre 25 mil a 30 mil euros.

Relativamente às perspetivas de adesão do público, a organização espera que “corra tão bem como no ano passado”, com o registo de cerca de 800 a 1.000 pessoas nos dois dias, manifestando alguma cautela face à atual situação económica.

“Tentámos trabalhar para manter ou tentar superar ligeiramente os números, mas, como a situação do país, do mundo, ficou muito instável nestes últimos meses, estamos um bocado hesitantes se vamos conseguir atingir ou ultrapassar os números do ano passado”, assumiu André Costa, acrescentando que a venda de bilhetes “está ligeiramente abaixo” de 2025.

Os bilhetes diários custam 12 e 17 euros e o bilhete geral 25 euros, já disponíveis na Ticketline.

A entrada é gratuita para crianças até 12 anos.

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