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ULS de Coimbra integra projeto-piloto que permite colheita de órgãos de dadores em paragem cardiorrespiratória controlada

21 de julho de 2026 às 12 h43
Fotografia: DR

 A colheita de órgãos de dadores falecidos em paragem cardiorrespiratória controlada nos cuidados intensivos vai passar a ser permitida a partir de final de agosto, segundo o despacho hoje publicado em Diário da República.

À semelhança do que já ocorre em diversos países, como Espanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos da América e Nova Zelândia, o novo regime passa a contemplar a colheita de órgãos e tecidos em dadores falecidos em paragem circulatória na categoria III de Maastricht, que se refere à colheita após paragem cardiorrespiratória controlada, como quando alguém com doença irreversível não responde a tratamentos nos cuidados intensivos.

Segundo noticiou a RTP, a fase piloto, que durará entre seis meses a um ano, vai abranger os hospitais de S. João (Porto), Santa Maria e S. José (Lisboa) e a Unidade Local de Saúde de Coimbra.

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