Ritmos do Encontro de Gaiteiros de Almalaguês fizeram vibrar a Baixa de Coimbra
DB-Pedro Ramos
Gaitas de foles, bombos e cantigas de outras eras, popularmente afamadas como cantigas de taberna, pautaram a abertura do IX Encontro de Gaiteiros de Almalaguês, mostra cultural que ontem fez uma arruada e um desfile pela Baixa de Coimbra.
“Esta edição tem tudo para ser a melhor de sempre, trabalhámos para isso”, reiterou, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, o elemento da organização e da CANFA- Confraria dos Amigos do Negalho e da Freguesia de Almalaguês, Renato Rosa.
Em 2025, a organização, que conta com a parceria da Comissão de Festas do Mártir São Sebastião 2025, da Câmara Municipal de Coimbra e da Junta de Freguesia de Almalaguês, apostou na internacionalização do certame. “Internacionalizámos muito o encontro com vários grupos galegos. No futuro, queremos expandir e fazer deste encontro um evento de referência no mundo gaiteiro”, assegurou.
Em 2025 são “26 grupos e 180 gaiteiros”, clarificou. Entre os participantes há “meninos de 10 anos a tocar”, revelou, e “pessoas com 70 anos”, situação que promove um convívio intergeracional dentro do Encontro de Gaiteiros de Almalaguês.
“Som da gaita de foles tem tonalidade única”
De Torres Vedras vieram os Amigos da Gaita. Augusto Eiras é um dos elementos mais antigos do grupo. “Comecei há 15 anos. Sou sobrinho do gaiteiro mais velho de Torres Vedras, Joaquim Eiras, e decidi aprender por causa da tradição familiar”, contou o simpático tocador de 64 anos.
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Foi tudo muito bom, um fim de semana que já deixa saudades e ansiedade irei próximo EGA.
Contudo, há uma correcção a fazer: “entre os participantes estavam meninos de 4 e 6 anos a tocar”, e que tocaram