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Opinião: A força de uma bandeira

29 de junho de 2021 às 12 h30
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Na sociedade de hoje, seja na política ou desporto, nos media ou nas redes sociais, deparamo-nos sistematicamente com a bandeira do arco-íris ou do orgulho gay, que simboliza o movimento LGBT, numa demonstração que ultrapassa a dimensão da exaltada e justa necessidade de equidade.
A omnipresença desta bandeira transporta-nos para uma realidade que nos remete para uma espécie de “pregação” de um “novo normal” e que tende a “crucificar” todos aqueles que não se expressam solidários ou adeptos do “movimento”, numa manifestação contrária a tudo o que os seus prosélitos afirmam defender.
Sendo erroneamente e de pronto assumido que “quem não está connosco está contra nós”, muitos dos sequazes do “arco-íris”, assumidos “modernos”, são céleres na observação crítica a todos os demais, assim evidenciando uma visão monocromática da sociedade por não perceberem que o silêncio pode ser por si só uma nobre postura que evidência respeito e solidariedade.
A força do “movimento” será tão maior quanto menor a sua necessidade de exuberância por se entenderem firmados os seus princípios fundadores, nomeadamente no que respeita à erradicação de preconceitos e fobias sociais bem como à assunção de reivindicados direitos civis.
É assim obrigatório pugnar por uma sociedade justa, equitativa e solidária, e cuja evolução natural evite que vagueemos entre os seus extremos.
“Nothing is more despicable than respect based on fear”.

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