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Montemor-o-Velho: Recuperação em contrarrelógio com nova depressão no horizonte

04 de fevereiro de 2026 às 09 h07
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DB/Pedro Filipe Ramos

Ingrid, Joseph, Kristin e, a partir de hoje, Leonardo. Quatro depressões a abrir o ano de 2026 deixam a região Centro, e o país, em alerta. A água, em excesso, coloca várias populações em risco de isolamento e, para evitar isso, população, equipas municipais, bombeiros e fuzileiros da Marinha procuram mitigar os prejuízos já causados e preparar as infraestruturas para nova subida da água, em especial na zona do Baixo Mondego.

Montemor -o- Velho, Soure, Coimbra e Figueira da Foz são quatro concelhos com risco acrescido de cheias. Ainda com a memória de 2019 (rotura de dique no Mondego) e das grandes cheias de 2001 (provocaram a rotura dos diques do leito central do rio) o município montemorense tenta recuperar o que é possível neste momento.

Jardineiros municipais removem ramos das vias

Numa das vias que dá acesso ao Centro Náutico de Montemor-o-Velho, encerrado devido à subida da água, o jardineiro do município montemorense, António Gomes, coordenava uma equipa de quatro pessoas que tentava retirar da via detritos.

“Essencialmente estamos a fazer a remoção de ramos da via. O dia foi útil para facilitar a limpeza”, assumiu. Habituado a ver subir o nível da água, António considera que a situação “está mais controlada”.

Pode ler a notícia completa na edição impressa e digital de hoje (04/02/2026) do DIÁRIO AS BEIRAS

Autoria de:

Emanuel Pereira

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