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“Convívio e partilha são a essência” das festividades de Mortágua Viva

12 de agosto de 2025 às 08 h11
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Mortágua Viva é uma festa importante para a comunidade, é um ponto de encontro?

Sim, sem dúvida. As festas do concelho são cinco dias em que a nossa comunidade se junta para, em família, com os amigos, com os nossos emigrantes e com aqueles que escolhem esta época do ano para nos visitar, celebrar o que somos como comunidade, para celebrar, acima de tudo, a vida. E fazemo-lo com cultura, com gastronomia, mas acima de tudo com pessoas e em família, em convívio e partilha, que são a essência da Mortágua Viva, das festas do nosso concelho, que decorrem em agosto.

A Câmara de Mortágua preparou um programa para que estes dias se tornem inesquecíveis?

Sim. Mais uma vez tivemos o cuidado de preparar um programa musical com artistas de renome nacional, mas dando ênfase àquilo que é também nosso, à nossa identidade. E falo especificamente do espetáculo da noite da abertura das festas, amanhã, dia 13, em que vamos ter em palco a Quinta do Bill e a Filarmónica de Mortágua. Assisti ao último ensaio geral e fiquei maravilhado com o que ouvi. Deixo uma nota também para a celebração da nossa cultura e vivência do concelho, no sábado, no dia 16, com a Gala Internacional de Folclore, promovida pelo Rancho Folclórico de Vale Açores.
Temos um cartaz bastante diversificado, com artistas reconhecidos a nível nacional, procurando chegar a todos os públicos. Na quinta-feira (dia 14) atua Bárbara Bandeira, na sexta (dia 15) vamos ter José Cid e no dia 16 atua Nuno Ribeiro, sempre acompanhados, nas primeiras partes dos espetáculos, por músicos e bandas de Mortágua, e depois, no fim de noite com dj´s também do concelho.

É também uma oportunidade para mostrar o talento local?

Sempre. Aliás, só faz sentido se assim for, com a participação não só das nossas associações vocacionadas para a música, mas também das áreas desportivas, da gastronomia. Damos palco àquilo que tem sido o crescimento ao nível da música em Mortágua, seja na Filarmónica, seja no Orfeão Polifónico, seja no Coral, na escola, na dança, no ballet, todo um conjunto de artistas que tem vindo a crescer em Mortágua e que connosco partilham esta forma de estar e de viver, de sermos comunidade.

Pode ler a entrevista completa na edição impressa e digital do dia 12/08/2025 do DIÁRIO AS BEIRAS

Autoria de:

Dora Loureiro

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