Em Mourísia espera-se que Seguro seja a “sentinela do Interior”
António José Seguro
Em agosto passado, a região Centro foi mais uma vez fortemente afetada por fogos rurais de grande envergadura. O incêndio que começou a lavrar na aldeia do Piódão, em Arganil, no dia 13 de agosto, e que só 12 dias depois entrou em fase de resolução, é considerado como o que teve a maior área ardida de sempre em Portugal, segundo o relatório provisório do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).
As chamas consumiram mais de 64 mil hectares, tendo alastrado a concelhos de três distritos: Pampilhosa da Serra e Oliveira do Hospital (Coimbra), Seia (Guarda), Fundão, Castelo Branco e Covilhã (Castelo Branco).
Dias após a resolução do fogo, o então candidato presidencial António José Seguro visitou o concelho de Arganil, mais concretamente a aldeia de Mourísia. Na sua visita à localidade, com pouco mais de 10 habitantes, prometeu “não esquecer o interior”, depois de ver um cartaz com a frase “Aqui também é Portugal”.
“Não vos esquecerei”
Nas redes sociais, na descrição de uma fotografia com a bandeira de Portugal queimada junto à placa do nome da aldeia, António José Seguro escreveu: “Não vos esquecerei”.
Cerca de sete meses depois, e com duas voltas das eleições presidenciais pelo meio, António José Seguro regressa hoje àquela aldeia, mas já como Presidente da República empossado. A promessa de não esquecer o interior, segundo os autarcas locais, terá que ser contínua e não fugaz, mas esperam que este primeiro ato presidencial seja uma “amostra” do que será o mandato. A confiança de que o novo Presidente da República será um aliado do interior é real.
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