Maior armazém agrícola acima do Tejo submerso pelas águas do Mondego
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As águas do Mondego que saíram do dique que rebentou em Casais do Campo, Coimbra, não atingiram habitações, mas prejudicaram fortemente os agricultores. O rio Mondego galgou para os campos agrícolas e, acima de tudo, para os terrenos da unidade de secagem e armazenagem de milho da Cooperativa Agrícola de Coimbra.
Ao DIÁRIO AS BEIRAS, o presidente da cooperativa, Pedro Pimenta, não arrisca qual o valor dos prejuízos que o complexo terá, após as inundações provenientes do rebentamento do dique. Nesta fase, o dirigente diz que ainda não há possibilidade de averiguar quais os danos causados pelas cheias.
“Ainda não conseguimos chegar ao nosso complexo. A corrente do rio Mondego é muito forte e é impossível lá chegar”, começou por dizer Pedro Pimenta, dando depois conta da dimensão da unidade.
“Estamos a falar de um complexo de escritórios e de três mil metros de área coberta. É a maior unidade com capacidade de armazenamento agrícola acima do Tejo. Temos dois silos de armazenamento de milho que, ao todo, têm capacidade para quatro mil toneladas de milho. Além disso, temos três secadores que conseguem, por dia, secar 700 toneladas”, afirmou.
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