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Lídia Pereira: Depois das autárquicas, PSD deve “começar novo ciclo sozinho”

26 de dezembro de 2025 às 11 h52
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Foto: Parlamento Europeu

Já se habituou ao choucroute, o prato típico da Alsácia, ou ainda prefere a chanfana da zona de Coimbra?
Eu prefiro sempre refeições mais leves. De resto, eu sou uma grande fã da tarte flambé. E uma tarte flambé com uma cerveja é sempre uma boa ideia.

É difícil a vida entre Estrasburgo, Bruxelas e Coimbra?
Não é fácil. Exige uma grande coordenação e uma grande calendarização. Exige também a minha vida pessoal, que é sempre desafiada pela circunstância de estar em vários sítios. O papel de um deputado europeu passa, em primeira instância, por Bruxelas e Estrasburgo, mas claro que a base é sempre a nossa casa.

Foi eleita vice-presidente da bancada parlamentar do PPE. Isso demonstra a credibilidade que ganhou entre os seus pares?
Creio que foi a consolidação do trabalho que fui desenvolvendo ao longo dos anos, das responsabilidades que fui tendo. Desde o início do mandato anterior tive logo funções de coordenação na comissão da Economia e na comissão de Fiscalidade. O trabalho acabou por merecer a confiança dos meus colegas com essa eleição.

 

Entrevista completa na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS de 26/12/2025

Autoria de:

António Cerca Martins

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