Investigadores da Universidade de Coimbra exigem abertura de concursos previstos na lei
DB/Pedro Filipe Ramos
Cerca de 30 investigadores da Universidade de Coimbra concentraram-se hoje junto à Porta Férrea, para exigir a abertura de concursos previstos na lei, que “deveriam combater a precariedade e evitar o desemprego já a partir de março”.
“Fiquei desempregada no ano passado, no final de janeiro, durante uns meses. Entretanto o meu laboratório conseguiu arranjar uma situação temporária e assim estou neste momento, com um contrato que vai sendo renovado, agora três meses, depois mais três e irá terminar em março”, lamentou Ana Rita Álvaro, investigadora no Centro de Neurociência e Biologia Celular que participou na concentração promovida pelo Sindicato dos Professores da Região Centro de Portugal (SPRC).
Em declarações à agência Lusa, Ana Rita Álvaro explicou que o seu vínculo precário se deve ao esforço do Centro de Neurociência e Biologia Celular, quando “esse trabalho devia pertencer à Universidade de Coimbra (UC) ou ao Estado”, através da abertura de concursos ao abrigo do Decreto-Lei n.º 57/2016.
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