Hóquei em patins da AAC sem pavilhão e “com a corda ao pescoço”
A pouco mais de uma semana do primeiro jogo oficial da época reina a preocupação. O hóquei da Académica e vai andar “com a casa às costas”, pelo menos até final do ano. Uma situação que já motivou, de resto, a demissão da direção da secção. Os responsáveis avisam que pode estar em causa a sobrevivência do “maior clube nacional de hóquei em patins”.
“Já treinámos em Arazede, Anadia, Ventosa do Bairro… e a pressão dos pais começa a ser cada vez maior porque as deslocações são onerosas e têm um impacto grande na vida das famílias por causa dos tempos de viagem”, destaca Paulo Peixoto, presidente da Secção de Patinagem da AAC.
A formação “está a jogar e treinar em condições de contingência em Vilarinho, que tem um piso em cimento e apenas dois balneários, e não pode receber um autocarro. Mas não é possível colocar ali os escalões de competição”, garante Paulo Peixoto.
Uma situação com impacto também na captação e retenção dos atletas. “Ainda não notámos o decréscimo mas certamente que quanto mais longe estivermos de Coimbra mais difícil será captar atletas. Não antevejo seguramente o mesmo número da época passada”, diz o presidente.
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