Corte de 30% no orçamento não diminui a oferta cultural do Festival das Artes QuebraJazz
Festival foi ontem apresentado | Fotografia: Ana Catarina Ferreira
A edição de 2026 do Festival das Artes QuebraJazz teve um corte de 30% no seu orçamento, mas não “vergou” a organização, que garante manter os padrões de qualidade apresentados nos últimos 16 anos no evento. Este ano vão ser 28 momentos culturais a decorrer na cidade de Coimbra nos meses de julho e agosto.
O diretor do festival, Miguel Lima, não deixou, no entanto, de lamentar o corte no orçamento, muito graças à mudança de regras do concurso da Direção-Geral das Artes (DGArtes).
“O orçamento teve um corte de 30% efetivamente. Um dos aspetos que nos marcou mais foi o facto de a DGArtes ter alterado a fisionomia dos concursos, só podendo ser candidatas atividades a partir de 1 de setembro. Nós ficámos de fora. Nós e todos os festivais de relevo que se realizam neste país até 31 de agosto”, começou por explicar Pedro Lima, lembrando que o QuebraJazz costumava ter sempre a dotação máxima atribuída pela DGArtes.
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