Coimbra: E para os pequenitos não vai nada, nada, nada?
DB/Foto de Pedro Filipe Ramos
O cortejo foi dos “Pequenitos”, mas começou como o dos grandes: com quase uma hora de atraso. Depois da longa espera ao sol, na praça 8 de Maio, o desfile seguiu pelas ruas da Baixa, numa festa promovida pela Comissão Organizadora da Queima das Fitas.
Trajados a rigor, e sob o olhar embevecido de alguns pais e familiares, os pequenos agitaram pastas e fitas, bateram bengalas e até arriscaram “efe-erre-ás”.
Entre as cerca de 170 crianças que ontem desfilaram até à Praça da Canção, Miguel Noro era um dos mais entusiastas. “Estou feliz com tudo”, dizia, sem tirar o olhar dos “colegas de curso”, todos vindos da Creche e Jardim de Infância de São Miguel, em Eiras.
Ainda é cedo para decidir o futuro – tem seis anos e ainda muito que brincar. Ainda assim, quando crescer quer estudar para “ser futebolista ou veterinário” (muito embora ontem lhe tivesse calhado representar a Faculdade de Economia, envergando a cartola vermelha e branca).
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