Coimbra: Aposta na Defesa vai fazer diminuir o apoio europeu às regiões
DB/Foto de Ana Catarina Ferreira
A União Europeia parece ter virado as suas intenções e prioridades para a Defesa e Segurança. No discurso sobre o Estado da União, em Estrasburgo, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, garantiu que a “Europa deve lutar” contra “uma nova ordem mundial baseada no poder”.
A líder europeia frisou que este é o momento da independência da Europa, salientando que a União Europeia será capaz “de cuidar da própria Defesa e Segurança” e de assumir “o controlo de tecnologias e energias”.
Com este discurso e com a proposta da Comissão Europeia de emprestar a Portugal quase seis mil milhões de euros para a área da defesa – valor que faz parte do programa Ação Securitária para a Europa que destina 150 mil milhões de euros para empréstimos para os países do bloco europeu –, Vítor Gabriel Oliveira, secretário-geral da Sedes Europa, alertou ontem para a diminuição dos fundos europeus para as regiões da Europa.
“As CIM vão sentir dificuldade em garantir fundos europeus porque as prioridades da Europa são agora diferentes. O dinheiro não é infinito e vai-se alocar dinheiro na Defesa e na Segurança”, afirmou ontem numa sessão na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC).
Pode ler a notícia completa na edição impressa e digital do dia 11/09/2025 do DIÁRIO AS BEIRAS

