Centro é o “pulmão” da medicina respiratória
Evento está a decorrer no Convento São Francisco | Fotografia: DR
O 17º Congresso de Pneumologia do Centro-Ibérico debate, em Coimbra, o futuro da especialidade, com a Ordem dos Médicos a defender a centralidade humana face ao avanço tecnológico
Carlos Cortes defendeu ontem que o médico deve continuar a ocupar um papel central na decisão clínica, tendo em conta a evolução em curso na área da medicina.
Na abertura do 17.º Congresso de Pneumologia do Centro-Ibérico – que assinala os 50 anos das Jornadas de Atualização Pneumológica –, bastonário da Ordem dos Médicos realçou a evolução da especialidade num contexto de transformação tecnológica acelerada.
“A pneumologia de hoje vive num cruzamento particularmente exigente e interessante”, afirmou, referindo a inovação científica, a inteligência artificial (IA)e os avanços tecnológicos, por um lado, e, por outro, o envelhecimento da população, o aumento da complexidade clínica e os desafios do SNS.
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