Académica/OAF reitera “compromisso em honrar obrigações” após chumbo do plano de insolvência
Arquivo Académica|/OAF
A Académica/OAF emitiu, ontem à noite, um comunicado em que anuncia que, “no âmbito do Processo de Insolvência em curso”, o Juízo do Comércio de Coimbra “proferiu sentença de não homologação do plano de insolvência plano de apresentado”. A comunicação da Briosa frisa que a AAC/OAF “irá reagir a esta decisão através dos competentes recursos e meios legais ao seu dispor”.
Na comunicação divulgada, a direção academista garante que esta é “uma decisão passível de reapreciação judicial”, deixando também uma convicção: “Esta sentença constitui uma fase específica, no âmbito das negociações com os credores, a qual em nada altera os pressupostos iniciais do projeto”. A direção da Académica/OAF, assume a mesma comunicação, mantém “a plena convicção jurídica num desfecho final favorável”.
Garantia de “honrar obrigações”
No comunicado, a Direção da Académica/OAF “reitera, de forma inequívoca, o seu compromisso institucional em honrar rigorosamente todas as suas obrigações, salvaguardando os superiores interesses do clube”. A comunicação termina com outra garantia: “O foco desta direção mantém-se inalterado: recuperar a estabilidade e o prestígio histórico da Académica, tanto na vertente desportiva como no seu plano institucional”.
De recordar que a Assembleia de Credores da Associação Académica de Coimbra OAF aprovou, a 19 dezembro de 2023, a insolvência e o plano de recuperação do clube. Nesse dia, cerca de 75% dos credores estiveram reunidos no Tribunal da Comarca de Montemor-o-Velho para aprovar o plano da Académica/OAF, cuja dívida é de cerca de sete milhões de euros, e que definiu um período de 12,5 anos para a sua recuperação. O processo de insolvência não diz respeito à SDUQ, que gere a equipa profissional da Académica, mas sim ao clube (OAF), que gere as equipas jovens e as infraestruturas.

