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“A Guarda quer ter uma das seis novas grandes áreas empresariais do país”

19 de junho de 2026 às 14 h34
Presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa | Fotografia DB-Ana Catarina Ferreira

Ao Diário As Beiras, o presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa, falou sobre a importância de acolher a gala das empresas Gazela e também sobre as potencialidades do concelho, a criação do Porto Seco ou a ambição de acolher uma nova área empresarial

Que importância tem para a cidade da Guarda receber esta gala das empresas Gazela?
Consideramos muito importante. É a primeira vez que a entrega dos Prémios Gazela é feita no nosso distrito, na nossa CIM, na nossa cidade e no nosso concelho. Naturalmente é um motivo de orgulho a sua realização aqui e devemos agradecer, e enaltecer, esta decisão do presidente da CCDR Centro, o Ribau Esteves, por aqui estarmos e podermos entregar estes Prémios Gazela a estas empresas, jovens empresas, inovadoras, que correm muito diariamente e crescem rápido para poder fortalecer e desenvolver o seu negócio. Temos que ter estes bons exemplos dessa corrida, desse fortalecimento, dessa rapidez, porque é nisso, nesses bons exemplos, que nós nos devemos inspirar também.

A Guarda tem uma empresa Gazela. O objetivo da autarquia passa por aumentar este número?
Claro que sim. O que estiver ao nosso alcance, aqui estaremos nós de braços abertos para os receber e para os ajudar precisamente a conseguir esse objetivo, esse desiderato. Foi uma empresa, outras ficaram quase lá.

O apoio às empresas e à fixação no concelho é uma aposta forte da autarquia?
Temos dedicado uma parte importante da nossa governação no apoio às empresas, o exemplo maior que queria deixar tem a ver com a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) da Guarda. O nosso PDM tinha mais de 30 anos à espera de revisão e nós fizemos a sua revisão. Foi um processo denso, burocraticamente chato, mas conseguimos ultrapassar todas essas dificuldades e, só em termos de solo empresarial, quadruplicamos a área. A Guarda passa a ter, a partir de agora, cerca de 1000 hectares para solo empresarial disponível já no PDM e temos mais de 600 hectares de reserva para que empresas se possam instalar. Estamos, simplesmente, a dar a cana para que os empresários possam pescar. Este é um exemplo que eu queria dar, digamos, da importância que nós damos ao mundo empresarial, porque os orçamentos públicos não é para gerarem lucros, é para serem bem geridos, serem bem gastos, também para ajudar a fortalecer as empresas.

A autarquia tem ajudado as empresas a nível de impostos?
Reduzimos o IRS, reduzimos a derrama ao mínimo para as pequenas e microempresas. Demos este apoio muito importante às empresas, tal como algum apoio financeiro à criação de postos de trabalho. Todo o empresário que venha à Guarda tem de ser recebido por nós de braços abertos. Nunca ninguém sai sem uma resposta e fazemos “das tripas de coração”, como diz o povo, para podermos captar essas empresas. Todos os negócios são bem-vindos para a Guarda.

Leia a entrevista completa na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS

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