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Opinião: Tintin conhece Coimbra

28 de outubro de 2021 às 12 h32

Portugal recebe pela primeira vez uma grande retrospectiva sobre Georges Remi, mais conhecido como Hergé, autor da banda desenhada de “Tintin”. A exposição foi inaugurada a 1 de outubro no Museu Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e está patente até 10 de janeiro de 2022.

A mostra é organizada em colaboração com o Museu Hergé de Louvain-la-Neuve, uma obra de arquitectura contemporânea situada na cidade universitária de Louvain-La-Neuve, visita obrigatória para os amantes de BD.

Figura incontornável da minha (vossa?) infância/adolescência, esta simpática personagem de BD tem algumas curiosas ligações a Portugal e mais especificamente a Coimbra que apenas recentemente descobri.

A primeira língua estrangeira em que se exprimiu Tintin foi em Português, já em 1935. E são algumas as personagens portuguesas que se cruzam neste universo de BD. O mais conhecido será o senhor Oliveira da Figueira, portador de solene bigode, um vendedor empreendedor, conhecedor das mais modernas técnicas de marketing.

Mais dois portugueses aparecem nas aventuras de Tintin : Primeiro um jornalista anónimo em “Tintin no Congo”, depois um eminente professor da Universidade de Coimbra. Em “A estrela misteriosa”, é de facto da UC que vem este célebre físico, Pedro João dos Santos, que participa na Comissão Internacional de Sábios formada para estudar a queda na Terra de um meteorito, no qual tinha sido detectado um elemento químico novo. Quem diria que Tintin também conhece Coimbra?

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