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Que solução propõe para a Barra

01 de abril de 2026 às 10 h44

Esta é uma questão que levanta um sem fim de opiniões e, provavelmente, todos nós, já ouvimos um inúmero de soluções, mais ou menos imaginativas e arrojadas. Há imensos treinadores de bancada e especialistas a opinar, como é usual quando se enfrenta um problema desta dimensão. Há vários ângulos para a analisar o problema, mas fixemo-nos no assoreamento da barra e na erosão costeira a sul da Barra da Figueira da Foz.

Ao que dizem, há vários estudos sobre o tema, assinados por várias entidades competentes com responsabilidade e que, ou foram feitos por instituições públicas pagos pelo erário público, ou foram-no por outros que receberam do erário público. A questão é saber: o que lhes fizeram, onde estão, se projetavam soluções viáveis, exequíveis, capazes de constituírem uma garantia para resolver o problema, que condiciona a sustentabilidade deste território, em termos ambientais e económicos.

É evidente que a solução é mais complexa do que se podia adivinhar. Atente-se aos últimos projetos de dragagem, quer no canal do Mondego, quer na baía em pleno oceano, que deve ter tido projetos e cálculos, que não deixaram dúvidas da resolução do problema a quem contratou a obra. E, contudo, há um falhanço completo que afetou o cluster económico ligado ao porto e não resolveu a perda de areia nos territórios a sul dos molhes da entrada da Barra.

Portanto, para responder a esta questão, não encontro outra coisa se não dizer – não sei! Sei tão só que a Barra tem de funcionar e que temos de exigir o investimento público que o garanta em definitivo.

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