Verão a Dois Tempos faz da cidade um palco vivo
Apresentação do programa decorreu ontem na Estação Nova | Fotografia: Patrícia Cruz Almeida
Arte, música, cinema, fotografia e participação comunitária voltam a ocupar Coimbra com o regresso do “Verão a Dois Tempos”. Entre 7 de julho e 13 de setembro, o festival apresenta 75 propostas culturais espalhadas por oito espaços da cidade
Coimbra prepara-se para três meses de criação artística, ocupação do espaço público e cruzamento de comunidades com o regresso do “Verão a Dois Tempos”, que promete “questionar o território através da arte” e devolver a cidade aos seus habitantes – e aos que a visitam.
Entre 7 de julho e 13 de setembro, a iniciativa leva cerca de 75 propostas culturais à Alta e à Baixa, distribuídas por oito espaços emblemáticos, da Praça do Comércio à Casa da Escrita, passando pelo coreto do Parque Manuel Braga, as escadas do Quebra-Costas ou o largo do Poço. A ambição é clara: criar fluxo, convocar públicos e transformar a cidade num palco contínuo.
“É um projeto comunitário, que pensa o território através da arte”, sublinhou Rafael Nascimento, chefe da Divisão de Cultura da câmara, durante a apresentação do programa, que decorreu ontem na Estação Nova.
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