Um dos pulmões de Coimbra ainda está doente
Fotografia: Pedro Filipe Ramos
Jardim da Sereia, em Coimbra, ainda tem várias árvores caídas e passagens pedonais interditas, quase dois meses depois da depressão Kristin
A 29 de janeiro, a cidade de Coimbra, tal como grande parte da região Centro do país, acordou “de pernas para o ar”. Árvores no chão, cabos de eletricidade partidos, vias cortadas e sinais de trânsito destruídos foram algumas das consequências da passagem da Kristin.
Praticamente dois meses depois da passagem da depressão Kristin, um dos pulmões da cidade de Coimbra continua ainda “doente”. O Jardim da Sereia foi fortemente afetado pela tempestade, tendo sido dezenas as árvores que caíram naquele espaço verde bem no centro de Coimbra.
As árvores que caíram na entrada do jardim foram cortadas e retiradas pelos serviços municipais, mas, ainda hoje há vários exemplares no chão do jardim que liga a praça da República à Biblioteca Municipal de Coimbra. Quem por ali passa, depara-se com algumas das entradas do espaço verde interditadas com fitas do município e, olhando para o interior do jardim, é possível ver árvores caídas nos passeios interiores.
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