ULS de Coimbra alerta para a doença renal crónica que emite poucos alertas
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A diretora do Serviço de Nefrologia da Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra alertou hoje para os impactos da doença renal crónica, cujas previsões apontam para que, em 2050, possa constituir a quinta causa de morte.
A dois dias de se assinalar o Dia Mundial do Rim e os 50 anos daquele serviço, a professora Helena Sá lembrou que a doença renal emite poucos alertas e sintomas, pelo que é necessário acompanhamento médico regular, com análises ao sangue e à urina.
“Não devemos avaliar só o colesterol e a glicémia, mas também preocupar-nos em avaliar e perguntar como está a creatinina, que é um aspeto importante para avaliar o grau de função renal”, sublinhou.
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