Rui Sá Frias: ”Connosco não há ano zero nem promessas adiadas”
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A Académica/OAF vai a votos no próximo domingo e há três candidaturas à condução dos destinos do clube no triénio 2025/2028. O DIÁRIO AS BEIRAS quis ouvir as ideias, as propostas e os projetos de cada uma delas, dando viva voz aos candidatos a presidente da direção. Rui Sá Frias lidera a Lista B. O escrutínio está marcado para o Pavilhão Jorge Anjinho e funcionará ininterruptamente entre as 10H00 e as 22H00
Qual a sua proposta em relação ao modelo societário da Académica?
Ao contrário dos meus adversários, considero que esta não é a altura certa para se avançar para uma SAD. É fácil perceber porquê: a marca Académica será muito mais valorizada quando estiver de regresso aos campeonatos profissionais. Só então deveremos equacionar com os sócios o modelo societário adequado, que poderá, ou não, passar por uma SAD. Só nessa altura teremos força real para negociar de igual para igual com investidores. Qualquer sócio perceberá que fazê-lo agora, na Liga 3, com a Briosa a valer menos, seria uma aventura que iria gerar ainda mais dívida e entregar o capital da Académica ao desbarato. Diria que seria mesmo uma irresponsabilidade.
O foco imediato deve ser consolidar a recuperação financeira que iniciei, manter resultados positivos e subir de divisão. A SDUQ permite hoje captar apoios financeiros sem endividar o clube nem abdicar da sua identidade. Esse é o caminho certo: ambicioso, mas prudente e responsável.
Entrevista completa nas edições impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS assinaturas@asbeiras.pt
