Rita Matias considera que AAC é “associação residual”
DB/Emanuel Pereira
A deputada à Assembleia da República do Chega e coordenadora nacional da Juventude Chega, Rita Matias, esteve ontem em Coimbra para transmitir uma mensagem de força aos jovens apoiantes do partido e criticar a postura da Associação Académica de Coimbra (AAC) que, após Assembleia Magna, decidiu manter a exclusão do partido do “quotidiano político e social” da instituição.
“Mesmo que tentem cancelar o partido Chega das atividades promovidas pela Associação Académica [de Coimbra], que é uma associação residual que representa um conjunto de indivíduos normalmente associados a alguns partidos à esquerda, nós queremos dizer a estes jovens para continuarem a estudar, para continuarem a busca da verdade, porque é isto que é a universidade”, sublinhou Rita Matias.
A deputada eleita, em 2025, pelo círculo de Setúbal, considerou a que a decisão de exclusão “não é democrática”, porque “essa associação [AAC] frequentemente exclui pessoas que não são de um espectro de esquerda”, frisou.


Eu também acho que o grupo parlamentar do Chega é uma pocilga residual e digo aos portugueses para continuarem a viver em comunidade e respeitar todos os outros, independentemente da sua raça, país ou religião.
Considerar a AAC uma associação residual é mostrar que não se sabe nada sobre o que é a vida universitária em Portugal. É isto que o Chega oferece como coordenadora da Juventude?
“Associação residual” é assim uma coisinha “poucachinha”, um resquício.
Por exemplo, a inteligência residual é frequentemente aquilo que “sobra” ou permanece, seja no cérebro humano (memória), quando há, ou houve, um esforço por estimular, mas onde, infelizmente, permanece um défice de aprendizagem por baixa diversidade genética ou pobreza de património genético, ou por processo degenerativo, seja em sistemas de dados (ghost data) ou em capacidades funcionais (saúde).