Figueira da Foz
Revive Natureza já tem atividade no concelho
DB - Jot'Alves
O Revive Natureza, como o DIÁRIO AS BEIRAS avançou esta semana (ver edição do dia 23), lançou o concurso público para a concessão de mais dois imóveis devolutos do Estado para fins turísticos – a antiga casa florestal das Regalheiras, na freguesia de Lavos, e as antigas instalações da Guarda Fiscal da Praia de Quiaios, na freguesia de Quiaios.
Entretanto, ao abrigo do mesmo programa que tem por finalidade a reabilitação de imóveis devolutos do Estado para o setor do turismo, já se encontra em funcionamento a unidade de alojamento da Casa da Vela, na Serra da Boa Viagem.
O estabelecimento temquatro quartos e capacidade para oito pessoas e um anexo ainda sem atividade comercial.
Ler notícia completa na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS

Agora vai-se gastar uns milhares valentes na recuperação dos imóveis, para passados uns meses quando os concessionados privados atirarem a toalha ao chão por não conseguirem manter o negócio aberto (que a bem da verdade, nunca seria auto-sustentável), se seguir o vandalismo para remeter os imóveis ao estado de degradação em que se encontravam antes de haver REVIVE… É algo cíclico cá na terra do tuga…
O REVIVE pelos vistos, veio antecipar a actuação do grande timoneiro que, qual MAGA dos States (neste caso, MVGA, Make Vela Great Again), irá não só voltar a fazer da Lagoa da Vela de novo um local de convívio (só não disse como e com que dinheiro, porque no estado em que a lagoa está e se ele imaginasse o porquê de a lagoa assim estar, certamente não falava daquilo que não sabe, evitando dessa forma que alguém a ele se dirigisse como alguém se dirigiu ao saudoso Relvas quando a licenciatura do Relvas foi com os porcos, dado que aquela água está mais podre que aquilo que já é podre por natureza) como ainda vai pelos vistos, criar uma nova praia com infraestrutura top (uma espécie de Palm Beach) na praia da Costinha para fomentar o turismo (adivinha-se que o Algarve venha a ficar deserto no dia em que houver uma estrada alcatroada ou pelo menos transitável para a Praia da Costinha e que quando isso acontecer, o Mónaco irá também perder metade da população, pelo baixo), esquecendo-se de que o asseiro que permite chegar à Praia da Costinha está em área sujeita ao RJREN (WTF é isso do RJREN?). Valha-nos que ainda existe um edifício onde funcionou uma dita “associação” que em tempos de desassociou e onde agora à boleia de tudo isto, até se pode vir a fazer não se sabe bem o quê (eventualmente enologia do tinto e branco do garrafão de 5 litros e workshops de degustação de cerveja artesanal e não artesanal, sendo indiferente desde que a mesma bata)… O resto não interessa… Isto é que vai colocar este spot resgatado às dunas no século XXI…