Râguebi: Daniela é uma das quatro mulheres árbitras em Portugal
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O desporto entrou-lhe no corpo ainda em miúda, quando começou a praticar basquetebol, modalidade a que dedicou sete anos. A paixão pelo râguebi só surgiria mais tarde, quando, já estudante na Escola Superior Agrária de Coimbra foi desafiada a experimentar um treino. Naquele momento, sem saber, já o râguebi lhe tinha mudado a vida.
“Não percebia nada de râguebi e gostei logo daquilo: a solidariedade e o espírito que se vive dentro e fora do campo”, conta Daniela Andrade.
Dedicou-se à modalidade durante 20 anos, quase sempre na Escola Superior Agrária de Coimbra e, tendo sido internacional, hoje é uma das quatro mulheres a dar cartas na arbitragem do râguebi.
“Somos poucas mulheres a nível nacional e, também por essa razão, gostava de investir mais na arbitragem. Neste momento, já estou a arbitrar os sub-18, mas gostava de chegar mais longe”, afirma.
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