Coimbra

PSD demite-se da União de Freguesias de São Martinho do Bispo e Ribeira de Frades

10 de abril de 2026 às 15 h05

O PSD de Coimbra anunciou a sua demissão da Assembleia de Freguesia de São Martinho do Bispo e Ribeira de Frades.

Em comunicado, os social-democratas referem que a “teimosia da Presidente paralisa a freguesia e torna inevitável a nossa demissão” e denunciam “o bloqueio que se vive na União de Freguesias de São Martinho do Bispo e Ribeira de Frades”.

“Durante semanas, as forças da oposição eleitas (como a coligação que o PSD integra) fizeram todos os esforços para encontrar uma solução. Houve abertura, propostas concretas e até disponibilidade para ceder lugares no executivo. Sempre com um único objetivo: garantir a estabilidade, respeitando a vontade dos eleitores da União de Freguesias e, com isso, respeitar a democracia”, sublinham.

“A resposta da atual Presidente Socialista foi sempre a mesma, recusa, inflexibilidade e total bloqueio ao entendimento, num tom de autoritarismo”, acrescenta o documento.

| Mais informação na edição de amanhã do DIÁRIO AS BEIRAS

2 Comentários

  1. Miguel Coimbra diz:

    Desculpem mas aqui a teimosia e bloqueio é da coligação PSD-UPA.
    Os eleitores votaram para a ASSEMBLEIA de Freguesia, onde os lugares são distribuidos pelo método de Hondt de acordo com os votos. Nada de anormal aqui. Para a JUNTA de Freguesia em lado nenhum diz que é pelo método de Hondt. Se o (ou neste caso a) Presidente vai executar o que a ASSEMBLEIA decide, tem de ser com pessoas da sua confiança. É obvio que aqui ter secretário e tesoureiro da sua confiança política é praticamente obrigatório. Veja-se por isso país fora casos de empate (até empates a 3 partidos) em número de lugares na ASSEMBLEIA e ha executivos da JUNTA compostos por um só partido.

  2. Miguel diz:

    Veja-se o exemplo de
    – Maiorca – Chega 3, PSD 3, PS 3, TODO o executivo do Chega
    – Mirandela – PS 6 , oposição 7, TODO o executivo do PS
    – Carregado – PS 6, oposição 7
    e muitos outros onde a intenção da lei que é dar ao Presidente da Junta a escolha do executivo e à oposição apenas alguma afinação ligeira funcionou.

    Desde já afirmo que não votei em nenhum dos 3 partidos envolvidos mas se houver novas eleições terei de votar na Presidente da Junta legalmente eleita atualmente. Golpes de Estado na freguesia, não! Deixem governar quem ganhou e depois, se houver razao de queixa, podem fazer cair em sede própria no momento certo. Agora golpes de Estado antes de dar uma hipótese, NÃO!

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