Queima das Fitas '26

Obras na cidade, transportes e AAC são os principais alvos das críticas dos estudantes

29 de maio de 2026 às 08 h00
Maria Fernandes (ao centro) e Joana Cardoso (à direita) na banca de psicologia | Fotografia: Pedro Filipe Ramos

A falta de uma ligação do metrobus ao Polo 2, os problemas financeiros da Associação Académica de Coimbra (AAC) e as várias obras na cidade estão entre as principais críticas que, este ano, os vários núcleos de estudantes, secções culturais e desportivas da AAC e as associações de estudantes do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) apresentam na Tenda.

A Tenda é o local onde as organizações estudantis montam as suas bancas e vendem bebidas. As barracas são construídas em madeira, decoradas e são depois feitas alusões aos problemas estudantis. Este ano o tema é “As Maiores Dificuldades dos Estudantes”. A Tenda é também o local onde atuam os dj’s e constitui-se como uma alternativa ao palco principal.

Propinas e habitação
Maria Fernandes e Joana Cardoso são estudantes de Psicologia e fazem parte do Núcleo de Estudantes de Psicologia, Ciências da Educação e Serviço Social da AAC. “Como era um tema muito aberto tomámos a liberdade de sair fora da caixa. Seguimos a ideia dos jogos e que o sistema nos está a meter dentro de um jogo. Falamos das dificuldades de entrar num mestrado, as propinas, a habitação, a falta de apoio ou o problema das bolsas”, contam as estudantes que estiveram, na quarta-feira, responsáveis pela banca.

| Mais informação na edição de hojedo DIÁRIO AS BEIRAS

 

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