Montemor-o-Velho: Nova barragem e obra hidráulica cruciais para evitar cheias no Mondego
Paulo Novais/LUSA
A construção da barragem de Girabolhos, no concelho de Seia, e a manutenção da obra hidráulica do Mondego, a jusante de Coimbra, são duas das condições essenciais para evitar cheias naquela bacia hidrográfica, defenderam agricultores e dirigentes associativos.
O presidente da recém-empossada direção da Associação de Agricultores do Vale do Mondego – entidade que estava inativa desde 2012, após a morte do empresário agrícola Carlos Laranjeira -, indicou à agência Lusa a necessidade da regularização do rio Ceira e a construção da barragem de Girabolhos.
“Enquanto não regularizarmos o Ceira, tudo o que escorrer para o rio Ceira vem parar ao Baixo Mondego. Nas cheias de 2019, com a [barragem da] Aguieira a libertar o mínimo [de água], foram mais de 1.000 metros cúbicos [por segundo, o equivalente a um milhão de litros] que entravam no Mondego, vindos do Ceira, um rio que está em estado selvagem”, afirmou João Grilo.
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