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Ministro assegura em Coimbra que acordo UE-Mercosul deixa agricultores nacionais “mais protegidos”

15 de janeiro de 2026 às 10 h19
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DB-Pedro Filipe Ramos

À margem da abertura da exposição “Raízes de Mulher: Sementes de Futuro”, inaugurada ontem de manhã na Casa da Escrita, em Coimbra (mais informação na página 7 desta edição), o ministro da Agricultura e do Mar, José Manuel Fernandes, abordou o recente acordo comercial entre a União Europeia e quatro países do Mercosul, que será firmado no próximo sábado.
Na ótica do governante, este acordo “introduz cláusulas de salvaguarda, que neste momento não existem”.
O ministro reiterou que o “acordo UE-Mercosul tem cláusulas de salvaguarda e princípios de controlo tão exigentes” que o deixam “convencido” da aplicação destas cláusulas e princípios “para outros acordos de comércio que existem neste momento”.
José Manuel Fernandes destacou o potencial dos novos mercados, bem como a criação de mecanismos que, atualmente, não existem. “Estamos a falar de um mercado de 270 milhões de pessoas. Eu sei, embora não seja fácil passar a mensagem, que com o Mercosul nós passaremos a ter cláusulas de reciprocidade que agora não existem”, sublinhou.

Pode ler a notícia completa na edição impressa e digital de hoje (15/01/2026) do DIÁRIO AS BEIRAS

Autoria de:

Emanuel Pereira

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