Liga 3: No (des)aproveitar é que esteve o empate
FPF
Jogar em casa frente ao último classificado não é fácil. O O. Hospital sabia disso e tudo fez para assumir o jogo e partir para cima do adversário. Mas, apesar de todas as oportunidades, acabou por ceder um empate (1-1), em jogo da 7.ª jornada, frente ao Lusitânia, e só se pode lamentar de culpa própria.
Sem grandes oportunidadades, a 1.ª parte ficou marcada por uma grande penalidade desperdiçada por Diogo Nascimento, aos 40’, que atirou rasteiro, mas muito denunciado, para defesa de João Monteiro. Nesta altura já os visitantes jogavam com um a menos após expulsão de Gonçalo Cabral, aos 31’.
Com o Lusitânia “encolhido”, não foi fácil ao O. Hospital conseguir encontrar espaços e o intervalo chegou sem alterações no marcador.
A 2.ª parte começou com várias alterações, mas, ainda assim, sem que estas surtissem efeito dentro de campo.
Aos 57’, o O. Hospital ficou a jogar contra nove, por expulsão de Ricardo Isabelinha, por protestos, que na temporada passada jogava em Oliveira do Hospital.
A jogar com mais duas unidades ficou a ideia de que bastava deixar passar o tempo até que o golos surgissem.
Dois minutos fatídicos
Mas, aos 64’, uma entrada fora de tempo de Pablo Veloso e, dois minutos depois, um pisão de David Brás, que também já tinha amarelo, valeram duas expulsões em dois minutos para a turma de Oliveira do Hospital.
O jogo caiu de qualidade e praticamente só de livre direto surgiam oportunidades de perigo, com a arbitragem a receber muitas críticas, não só das bancadas como dentro de campo.
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