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Inflação acelera para 3,3% em abril e fica abaixo da estimativa inicial – INE

13 de maio de 2026 às 11 h35
Fotografia: Arquivo

A taxa de inflação acelerou para 3,3% em abril, mais 0,6 pontos percentuais do que o observado no mês anterior e menos 0,1 pontos que a primeira estimativa, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

“Tal como verificado no mês anterior, a aceleração do IPC [Índice de Preços no Consumidor] é maioritariamente explicada pelo aumento do preço dos combustíveis”, refere o instituto estatístico, que reviu, assim, em baixa o valor constante na estimativa rápida divulgada no final do mês passado.

A revisão em baixa em 0,1 pontos percentuais face à estimativa decorre, segundo o INE, de um ajuste “de apenas 0,01 pontos percentuais”. Com arredondamento a duas casas decimais, o IPC recuou, assim, de 3,36% na estimativa, para 3,35% no valor definitivo.

 

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Em abril, a variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 11,7%, contra 5,7% no mês anterior, enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados cresceu 7,4%, contra 6,4% em março.

Por sua vez, o indicador de inflação subjacente, que exclui produtos alimentares não transformados e energéticos teve uma subida homóloga de 2,2%, contra 2,0% em março.

Em abril, e face a março, o IPC subiu 1,3%, valor que compara com 2,0% no mês anterior e 0,7% no mesmo mês do ano passado.

Ao longo dos últimos 12 meses, este indicador teve uma variação média de 2,4%, subindo 0,1 pontos percentuais face aos 2,3% nos 12 meses terminados em março.

Já o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), que permite uma comparação entre os diversos países da União Europeia (UE), teve uma variação homóloga de 3,3% em abril, contra 2,7% no mês anterior e 0,3 pontos percentuais acima do estimado pelo Eurostat para a área do euro.

Sem produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC cresceu 2,3% em abril, que compara com 2,0% em março e com 2,1% na área do euro.

A variação mensal deste indicador foi de 1,9% – abaixo de 2,3% no mês anterior, mas acima dos 1,3% do mês homólogo –, tendo a variação média dos últimos 12 meses sido de 2,3% (2,2% no mês precedente).

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