IGAS conclui que greve no INEM não interferiu na morte de mulher de 73 anos
O caso remonta a novembro de 2024, mas só agora teve um parecer da Inspeção-Geral das Atividades de Saúde (IGAS). Uma utente de 73 anos faleceu, no dia 4 de novembro de 2024, por “eventual atraso no atendimento realizado pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Instituto Nacional de Emergência Médica, porém o IGAS frisa que “não é possível o estabelecimento de um nexo de causalidade entre a demora no atendimento da chamada de socorro pelo CODU e o desfecho fatal”.
No parecer sobre o inquérito realizado sobre o eventual atraso, o IGAS salienta que “o contacto para a linha 112 só foi feito passado 21 minutos depois da vítima ter sido encontrada inconsciente e sem respirar”.
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