Coimbra

Hospitais de Coimbra atentos a sinais de alerta de assédio no trabalho

07 de maio de 2026 às 07 h44
Diana Breda, da Women in Global Health Portugal, foi a dinamizadora do encontro | Foto: Ana Catarina Ferreira

“O discurso de ódio e o assédio não é um desvio pontual nas organizações, é um sintoma de hierarquias rígidas”, constatou ontem Diana Breda, uma das fundadoras da Women in Global Health Portugal (WGH Portugal).
Esta organização foi a responsável por promover ontem, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), um debate sobre assédio, nas suas diversas formas, e “os impactos na dignidade, segurança e saúde” que podem ter nos trabalhadores e nas instituições. Os episódios de assédio têm implicações a nível individual, institucional e social, com especial enfoque na saúde mental, nos ambientes de trabalho e no meio académico.

O presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra, Francisco Maio Matos, destacou a necessidade de estar atento a “sinais de alerta” sobre fenómenos de violência e assédio na instituição que dirige, sublinhando que “é necessário reforçar a cultural organizacional baseada no respeito”. Por isso, assumiu “um compromisso na promoção de ambientes de trabalho seguros” em todas as estruturas desta ULS, que conta com cerca de 10.500 funcionários.

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