Girabolhos, a barragem do Mondego que está por construir há quase 20 anos
Mapa do projeto da barragem de Girabolhos de 2010
A ministra do Ambiente, Maria Graça Carvalho, lançou, no passado dia 11, o despacho que permite à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) lançar o concurso para a construção da barragem de Girabolhos.
O despacho da ministra estabelece o avanço do concurso para a concretização do empreendimento e incumbe a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) de promover o respetivo lançamento até ao final do mês de março. Estabelece ainda que o procedimento seja precedido de uma articulação pela APA com os municípios envolvidos e com as demais entidades administrativas competentes.
O equipamento hidrográfico vai abranger territórios dos concelhos de Seia e Fornos de Algodres, no distrito da Guarda, e de Nelas e Mangualde, no distrito de Viseu, mas há praticamente 20 anos que não sai do papel.
Em 2007, o Governo liderado por José Sócrates apresentou o Plano Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico (PNBEPH), onde estava incluída a barragem de Girabolhos. No ano seguinte foi lançado o concurso público, tendo a concessão sido atribuída à empresa espanhola Endesa. Porém, os entraves e atrasos começaram nos anos da troika e do Governo liderado por Pedro Passos Coelho.
Pode ler mais informação na edição impressa e digital de hoje (18/02/2026) do DIÁRIO AS BEIRAS



Não é fácil decidir e fazer é ainda mais difícil. Andava eu na escola quando a Companhia Elétrica das Beiras fez a prospeção de terreno para a barragem Asse Dasse no Alto Mondego. No tempo de Sócrates, quando foi aprovada Girabolhos, Asse Dasse foi recusada. É que ia inundar os Casais de Folgosinho onde havia pastores e muitas ovelhas. De pastores, não sei se ainda por lá andará o Hermínio. Foi tudo embora e há 2 anos até as matas queimaram TODAS. Lembro-me que a água acumulada em Asse Dasse viria para Girabolhos.
Enfim, nem barragem, nem pastores. Não resolvia o problema das cheias (deste ano), mas ajudaria.
1-Barragem Girabolhos
A população terá de se opor vivamente a este crime ambiental.
O vinho de Vila Nova de Tazem é de S. Paio irá desaparecer com aumento da humidade e Formação de patologia de vinhas oidio, míldio e outras.
Acidez dos solos, destruição do ecossistema dos pastos com acy6idificacao dos solos e posteriormente do leite e finalmente no queijo.
Segundo Prof. Steiner esqueça Vinho do concelho..
Neve e Turismo esqueça…
Esqueça os dias de sol, haverá nevoeiro denso e alta humidade.
Cativelos, Póvoa da Rainha, Girabolhos, a população se prepare……
É um crime contra humanidade.
Coimbra necessita de uma nova barragem no Ceira.
A câmara se quer defender o concelho não entre nessa loucura.
2-“A viticultura em zonas húmidas, nomeadamente nas proximidades de barragens e albufeiras, cria microclimas específicos que influenciam significativamente a qualidade da uva e do vinho. A presença de grandes volumes de água moderadamente altera a temperatura, aumenta a humidade relativa e afeta a maturação das uvas
3-Queijo
relação entre a humidade e a acidez dos pastos com a acidez dos queijos é direta, influenciando a composição do leite, o processo de coagulação e a maturação final. Pastagens com elevada humidade e acidez tendem a produzir leites que geram queijos com características de maior acidez e, por vezes, maturação acelerada.
Impacto da Humidade e Acidez dos Pastos:
Humidade do pasto: Pastagens muito húmidas (especialmente em épocas de chuva) aumentam a humidade no leite, o que pode resultar em queijos com maior teor de água.
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