Estudo da Universidade de Coimbra relata diagnóstico mais antigo de doença genética com ADN de indivíduo pré-histórico
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O diagnóstico mais antigo de uma doença genética utilizando ADN de indivíduo pré-histórico datado de há mais de 12 mil anos foi relatado num estudo liderado por um investigador da Universidade de Coimbra (UC), hoje divulgado.
O novo estudo, liderado pelo investigador do Centro de Investigação de Antropologia e Saúde da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC Daniel Fernandes, descreve “o diagnóstico mais antigo de uma doença genética em seres humanos anatomicamente modernos”, o que vem redefinir a visão sobre doenças raras na pré-história.
“O estudo destaca como as ferramentas desenvolvidas para a genética clínica moderna podem iluminar a história humana, unindo a medicina, a genómica e a arqueologia — e lembrando-nos de que as doenças raras, e as pessoas que com elas vivem, sempre fizeram parte da narrativa humana”, frisou a UC, em comunicado enviado à agência Lusa.
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