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Especialista diz que foi descurada a conservação do dique do Mondego

12 de fevereiro de 2026 às 14 h50
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Sic Notícias

O dique do rio Mondego exige uma observação constante de toda a albufeira e das zonas de degelo da Serra da Estrela, defendeu hoje o engenheiro Carlos Matias Ramos, para quem a monitorização foi “completamente descurada”.

“Uma obra destas não pode ser abandonada. O maior risco que se corre é não conhecer o risco”, disse à Lusa o ex-bastonário da Ordem dos Engenheiros, alertando para a dimensão e o tipo de estrutura, constituída por diques em aterro ao longo de cerca de 30 quilómetros entre Coimbra e a Figueira da Foz.

Carlos Matias Ramos, que presidiu ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) explicou que um dique como o do Mondego, que colapsou na quarta-feira, é construído sob regras “muito rígidas”, tendo em conta, nomeadamente, a natureza do solo, que constitui a fundação.

Pode ler mais informação na edição impressa e digital de amanhã (13/02/2026) do DIÁRIO AS BEIRAS

Autoria de:

Agência Lusa

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