Coimbra já tem solução para chegar a tempo à primeira aula
Já passava das 07H40 quando nos aproximámos da estação de metro “Casa Branca”. A cidade, embora acordada, ainda estava ensonada e lenta. O trânsito ainda não se faz sentir e há poucas pessoas a caminhar. O clima não é convidativo, é talvez o primeiro dia de outono de 2025. A chuva e o vento afugentam os madrugadores por convicção e só aparecem os que são obrigados a sair de casa.
“Fazemos mais e melhor” está escrito nas imediações da estação do metrobus. Poderia ser o slogan de uma nova campanha da empresa responsável pelo Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), mas é apenas um resquício da campanha autárquica que se fez sentir na cidade há semanas. O metrobus também fez parte da campanha, mas quem o utiliza já não olha para este serviço como uma miragem ou um sonho longínquo.
Chegámos mais cedo e esperámos até que aparecesse o próximo autocarro metrobus. Na paragem já estava Filipe Almeida. Com 17 anos, o jovem frequenta a Escola Secundária Avelar Brotero.
“Utilizo para fazer o percurso escola – casa. Não perco tempo à espera, nem há o risco de ele não passar”, revelou o jovem que mudou as rotinas desde que há metrobus, garantindo-nos que o serviço é fiável.
Pode ler a notícia completa na edição impressa e digital de hoje (21/10/2025) do DIÁRIO AS BEIRAS



É uma verdadeira vergonha o que se está a passar com os serviços municipalizados de Coimbra,relativamente aos transportes nunca se sabe quando é suprimido um autocarro os atrasos são contínuos , sempre cheios e alguns motoristas não são nada educados.
. Eu gostava de saber se no metro pagamento dos transportes será igual ou transportes públicos Quando se entra no metro se é a mesma coisa tem que se pagar
A escola Quinta das flores e a Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra , instituto Superior de Engenharia e IPN
Também mereciam que um ou mais autocarros passe pelas mesmas.
Não se percebe como nunca foi direcionado o metro bus ou mesmo mais autocarros para o polo II.
Poucos autocarros ,escassos e os que há vão sempre cheios( principalmente no horário da manhã).
É inconcebível que não tenham considerado o pólo II, que é o que congrega a maior percentagem de estudantes universitários da UC, no trajeto do Metro Mondego. É que autocarros… só na aplicação, uma vez que ou não passam ou estão cheios e nem sequer param!