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Coimbra: “Instruir os jovens” pode ser a solução para a mudança de mentalidades em Angola

14 de fevereiro de 2026 às 13 h37
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Conferência decorreu, ao final da tarde de quinta-feira, no Colégio da Trindade, em Coimbra- DB-Emanuel Pereira

“Precisamos de uma consciencialização cívica. A solução é instruir os jovens e apostar, verdadeiramente, na educação”. As palavras, do doutorado em ciências de informação João Evangelista Huvi foram proferidas durante a conferência que teve como mote “O Papel da Juventude nos Movimentos Nacionalistas de Angola”, momento de reflexão que foi organizado pela Casa de Angola em Coimbra e pela Casa da Lusofonia, duas Organizações Não-Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD), que têm sede em Coimbra.
O Auditório do Colégio da Trindade, da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (FDUC), acolheu o momento de reflexão que teve como ponto de partida a Revolta das Catanas de 4 de fevereiro 1961, em Luanda. “O 4 de fevereiro foi um esforço de unidade social antes da própria independência”, recordou João Huvi.
Com moderação do secretário geral da Casa de Angola em Coimbra, Rui Amado, a conferência, “por motivos de saúde”, não contou com o advogado Jorge Antunes, que foi, relembrou o responsável, “o único oficial branco das Forças Armadas de Libertação de Angola”.
Recordando o “ato heroico”, bem como diversos nomes que estiveram intrinsecamente ligados e envolvidos no 4 de fevereiro de 1961, João Huvi fez “uma viagem” até ao presente que, na sua visão, “exige responsabilidade” e continua a ter como bandeira de luta a “dignidade humana”.

Autoria de:

Emanuel Pereira

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