Coimbra: Grupo de Arqueologia e Arte do Centro regressa ao Pátio do Castilho
O executivo municipal de Coimbra aprovou a celebração de um protocolo de colaboração entre a autarquia e o Grupo de Arqueologia e Arte do Centro (GAAC), para a cedência de um espaço que foi recentemente requalificado no Pátio do Castilho. O protocolo de colaboração tem um prazo de cinco anos, renovável automaticamente, e visa a cedência de instalações ao GAAC, para que este possa continuar a desenvolver as suas atividades, a aumentar o seu acervo e a sua intervenção cultural, através de ações pedagógicas e lúdicas com formação de novos públicos.
O grupo teve a sua sede provisória no número 39 da rua do Corvo, aquando da sua fundação, tendo mudado depois, em 1995, para as atuais instalações no Pátio do Castilho, mediante protocolo de cooperação celebrado com a autarquia. O presente edifício foi reabilitado e requalificado pela Câmara Municipal, intervenção que ficou concluída no presente ano.
De acordo com um documento do Gabinete para o Centro Histórico da autarquia conimbricense, o edifício é composto por dois pisos, correspondendo hipoteticamente ao século XVIII e poderá eventualmente ter feito parte integrante do palacete de José Feliciano de Castilho. Da frontaria, na fase inicial da empreitada, destacava–se a divisão que servia de garagem, que seria uma divisão anexa à casa típica dos palacetes oitocentistas (cavalariça, celeiro, dispensa, entre outros apoios). Este tipo de solução é comum num imóvel tardo-medieval, em que existiria um vão relacionado, fundamentalmente, com uma atividade económica, e outra porta, neste caso duas portas, uma das quais de acesso privado à habitação. O 1.º andar é constituído por uma janela de duas folhas com cantaria, ladeadas por outras de menores dimensões.
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