Ação das DG dos últimos anos é “negativa para a história da AAC e do movimento associativo”
DR
Porque é que se candidata à Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC)?
A decisão da candidatura da Lista A – Avançamos pela Académica surge de reconhecermos que o caminho prosseguido pelas Direções-Gerais dos últimos anos tem sido negativo para a história da AAC e para o movimento associativo atual. Compreendendo então que é preciso uma mudança, decidimos Avançar com uma candidatura construída por estudantes experientes na luta e participantes nas mais diversas estruturas desde secções culturais e desportivas, núcleos de estudantes, grupos académicos e organismos autónomos, até ainda às Repúblicas de Coimbra e ao Magnum Conselho de Veteranos. A decisão de ser eu a encabeçar o projeto adviu da experiência que obtive nos últimos 5 anos enquanto também experiente nas lutas estudantis, num grupo académico, em duas secções e ainda numa República.
Falta um papel mais reivindicativo à DG/AAC em lutas como o da propina zero?
Sem dúvida que falta. A DG dos últimos anos anda a reboque dos estudantes que a pressionam para a luta. Basta assistir às Assembleias Magnas para o ver ou olhar para o que ocorreu na manifestação do passado dia 28 de Outubro, na qual nenhum membro da Direção-Geral marcou presença. É relevante referir apenas, que a Lista A não defende a propina zero mas antes o fim da propina.
Encabeça uma lista que defende uma alternativa na DG/AAC. Que medida que a atual DG/AAC tomou e que pretende reverter?
São várias mas estando em cima da mesa de momento a preocupação maior da situação da dívida externa de 1 milhão de euros, seria urgente rever a gestão do BarAAC e por isso, uma das medidas que gostaríamos de reverter é a concessão do mesmo, defendendo que o bar deve ser gerido pela Associação.
Pode ler a entrevista completa na edição impressas e digital de hoje (01/12/2025) do DIÁRIO AS BEIRAS

