Poemas são a base que alimenta a “vida própria” das canções
Carlos Tê, Margarida Mendes Silva (vereadora da Câmara de Coimbra) e João Gobern | DB-Pedro Filipe Ramos
Letrista, dramaturgo e autor de musicais, o portuense Carlos Tê foi o primeiro convidado do ciclo de conversas “Letra ou Poema. Escritores de Canções”
Rui Veloso, Trovante, Jafumega, Ala dos Namorados, Ana Moura, Mariza, André Sardet ou Salada de Frutas. Estes são alguns nomes que marcaram a música contemporânea portuguesa e que estão indelevelmente ligados a Carlos Tê.
Letrista, dramaturgo e autor de musicais, o portuense foi o primeiro convidado do ciclo de conversas “Letra ou Poema. Escritores de Canções”. A conversa, que decorreu ontem à tarde na Casa da Escrita, em Coimbra, foi conduzida pelo jornalista, crítico de música e comentador, João Gobern.
“O Carlos também podia cantar aquilo que escreve, mas optou por não o fazer. Se quiserem um sinónimo de abrangência, sem perda de foco, acho que o Tê representa muito daquilo que nós vemos de melhor”, elogiou João Gobern. Começando por destacar “os géneros poéticos e a diversidade lexical” do convidado, o jornalista frisou que Carlos Tê “faz poemas” pautados pela “diversidade” e “multiplicidade”.
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