Se a UC fosse uma empresa já era um Unicórnio
DB/Ana Catarina Ferreira
No seu último discurso enquanto reitor num dia da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão fez ontem um balanço da evolução da instituição nos últimos anos. Na investigação, o reitor enalteceu o drástico aumento do número de investigadores citados e o nível de investimento captado.
“Em 2019, a UC tinha 45 investigadores na lista World’s Top 2% Scientists. Desde então aumentou para 94. Na receita anual de projetos e atividades, passámos de 34,5 milhões de euros, em 2019, para um valor que supera os 100 milhões em 2024 e 2025”, realçou o responsável máximo, assinalando que o número de patentes passou de 246 para 578 e que o financiamento plurianual em projetos foi de 500 milhões de euros no último ano, “valor que se compara com os 215 milhões de euros em 2019”.
Amílcar Falcão esclareceu que o valor ativo líquido da UC passou de 553 milhões de euros para uns “inimagináveis” mil milhões de euros. “Por analogia com o mundo empresarial, a UC atingiria o estatuto de Unicórnio”, disse.
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