Conferência Saúde ‘26

“O SNS não pode pagar a fatura da desorganização de um país assimétrico”, lamentou o presidente da ESTeSC

09 de julho de 2026 às 16 h27
Graciano Paulo. Foto: Pedro Filipe Ramos

“Desafios atuais para um SNS sustentável” foi o tema de debate que juntou, ao fim da tarde de ontem, cinco especialistas no Edifício AT Business Center, em Ançã, numa iniciativa do DIÁRIO AS BEIRAS a propósito do lançamento do Diretório de Saúde’26.

Na ocasião, Graciano Paulo, presidente da Escola Superior de Tecnologia da Saúde (ESTeSC), afirmou que “num país brutalmente assimétrico, não pode ser o SNS a pagar a fatura da desorganização”.
O responsável identificou que “há várias infraestruturas de saúde concentradas na faixa litoral, enquanto o interior do país não tem resposta”. Por isso é que se gastam 212 milhões de euros por ano em transporte de doentes não urgentes, “valor que duplicou em dez anos”, concluindo que “temos de tirar estas ambulâncias das estradas”.

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