Coimbra

Metro Mondego terá de cumprir 20% dos 39 serviços durante a greve geral

02 de junho de 2026 às 11 h27
Fotografia: Arquivo

A Metro Mondego terá de cumprir cerca de 20% dos 39 serviços habituais na quarta-feira, dia de greve geral, quer na zona urbana, quer na suburbana, segundo a decisão do Conselho Económico e Social (CES).

Durante o dia da greve declarada pelo Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal (STRUP) na Metro Mondego, a primeira circulação da manhã deverá sair da Lousã Estação às 05H38 e da Portagem às 06H30.

No total, durante o dia, terão de ser prestados oito serviços mínimos, incluindo “urbano na hora de almoço” e “reforço suburbano antes de almoço”.

 

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Para a execução destes serviços mínimos fixados pelo CES será preciso afetar três reguladores de tráfego, que “são necessários para manter o Posto de Comando Central”.

“A designação dos trabalhadores necessários à prestação de serviços mínimos será efetuada pelo sindicato até 24 horas antes do início da greve, devendo a empresa proceder a essa designação apenas e se não for atempadamente informada”, acrescentou o CES.

Os Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) já avisaram que, devido à greve geral convocada para quarta-feira, “a rede de transportes poderá sofrer perturbações”.

“Embora alheios aos factos, envidaremos todos os esforços no sentido de assegurar a melhor oferta de transportes, com os meios disponíveis”, garantiu.

A CGTP entregou um pré-aviso de greve geral para quarta-feira contra as alterações à lei laboral, após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.

O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no Parlamento, uma semana depois de o executivo de Luís Montenegro ter dado por terminadas as negociações sobre as alterações à legislação laboral sem acordo na Concertação Social.

A paralisação de quarta-feira deverá contar com uma adesão alargada, com vários sindicatos de diversos setores a terem já anunciado a sua participação, nomeadamente a função pública, com destaque para saúde e ensino, bem como transportes, aviação, comércio, entre outros.

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